Tudo é chato... Nada é como deveria ser... Estupros, roubos, assassinatos... Esse mundo está, PODRE.
Na escola é tudo a mesma coisa... estou cansado de tirar nota 10 em tudo, meus amigos me acham normal.
Não acredito que eu seja esse "normal" que eles dizem.
Certo dia, andava pelas estreitas ruas de New England, nevoadas, cobertas por um lençol cintilante na luz da enorme lua que se estendia no escuro e brilhante céu. Minhas pegadas ficavam para trás, e o mesmo caminho de sempre estava à frente.
Eu me cansei de tudo isso, parei no meio do caminho, pensando, por que estamos aqui?
Deitei na fina camada de neve, senti a emanação de frio do chão, fechei os olhos por um segundo, e nesse segundo me deleitei na minha própria existência, a simplicidade da vida em toda sua complexidade. A sua criação verdadeira veio por minha cabeça nesse segundo junto com mil respostas das mil perguntas sobre o mundo, foi algo que me deu um prazer descontrolável, mas eu não queria me mexer, "eu não quero sair daqui".
No fundo, nós somos iguais, não digo fisicamente, mas "espiritualmente" não realmente algo sobrenatural, mas algo como as nossas sinapses são iguais, nos originamos de um único ponto do universo.
A singularidade das coisas.
A simplicidade da vida
Em sua complexidade.
No fim... Até a morte pode morrer.
E quando a morte morrer, ninguém mais morre.
Quando o som da antiga montanha estabelecer seu lugar no mundo.
A vida acabará
A verdadeira inexistência existirá.
O fim será aquele que inexistirá.
Sentindo no seu mais profundo sentimento.
Sentido fisicamente, no seus ossos
Sua vida esvairá.
E a sua inexistência existirá.
Esse é o verdadeiro fim.
O fim...
Por muito tempo tenho pensado no fim.
Por muito tempo, tenho tido presenciado o fim, com meus próprios olhos, sentimentos...
Por muito tempo, tenho vivido normalmente, mas esse é o fim.
O nosso fim.

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